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Marina estuprada no ônibus – contos eróticos

Marina estuprada no ônibus – contos eróticos

Numa sexta-feira de uma semana bem puxada, fui para o trabalho com um vestido branco, que era o único disponível, pois estava com muita roupa suja acumulada. Olhei no espelho e vi que estava um pouco transparente. Dava pra ver a marca da minha calcinha, que era dessas de algodão sem costura, bem leve sobre o corpo, que não apertam e que não marcam muito a roupa.

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Além disso, tinha alças finas, e era perfeito para sair à noite com meu marido, não para o trabalho. Pus um cardigã comprido azul marinho, passei o cinto ao redor e pronto! Era ótimo porque o clima estava friozinho e eu estava bem vestida.
Na parada do ônibus mesmo tirei o cardigã e coloquei na bolsa, até senti um alívio do calor, mas logo o ônibus chegou e estava tão lotado que quase não conseguia entrar. Fui me apertando entre uma pessoa e outra e fiquei no meio do corredor, porque nem naquele espaço reservado a cadeirantes consegui chegar. O ônibus é um expresso para um terminal, para em poucas paradas, mas nelas sobem MUITAS pessoas. Então, depois de duas paradas, eu já estava espremida. Não dava para ir pra frente nem pra trás. E ia demorar a descer alguém… Estava tão cansada, que só queria que o destino chegasse logo. Fechei os olhos e segurei com uma mão no ferro superior encostei o corpo no ferro lateral e passei o braço ao redor dele.
Estava com os pensamentos longe quando senti alguém passar a mão por baixo da minha axila para segurar o ferro. Olhei, mas não podia nem me afastar. Ao invés de segurar o ferro, a mão estava com a lateral apoiada no ferro, e os dedos soltos. Quando dei por mim, o dedão se mexia discretamente como acariciando meu seio. Levei um susto, o coração saltou… Eu já tinha ouvido falar de assédio no ônibus mas nunca tinha acontecido comigo. Agora aquela mão tocava meu seio e minha pele se arrepiava levemente. Tentei me afastar mas não tinha pra onde sair. Estava espremida ali. Tentei ir pra trás para me afastar… Que ingenuidade! Acabei me apertando contra o assediador! Voltei mais pra frente de novo e acabei encostando mais na mão. Ou seja: Parecia que eu estava aprovando aquilo e dando carta branca. E o moço entendeu isso mesmo. Tanto que o indicador e o polegar avançaram bem mais sobre meu peito e já alcançavam meu biquinho, que estava arrepiando pelo medo e pelo toque. O homem, que tinha uma mão forte e com pelos, parecia mão de um homem 40tão, continuava alisando meu peito e tocando meu mamilo, que estava se arrepiando mais e já estava quase durinho. E ele, com a maior ousadia me tocava e eu comecei a suar… E ele conseguiu. Apertou o bico do meu seio e ficou girando por cima do vestido.
Olhei para as pessoas sentadas no banco à minha frente e era um casal. Os dois cochilavam, a garota com a cabeça no ombro dele e ele com a cabeça pra trás, no encosto do banco, com fones de ouvido. Não sabia se achava ruim por não poder pedir ajuda, ou bom por eles não estarem vendo.
O homem então pôs toda a mão em cima do meu peito. Encheu a mão e apertou. Eu estava em desespero, tremia toda, suava, e como já estava cansada demais, estava com as pernas bambas. Ele apertou e ficou alisando o meu peito passando os dedos ao redor dele todo… E achou a lateral do vestido, perto da axila. Percebendo que tinha uma brecha ele foi enfiando os dedos por lá. Primeiro o indicador, depois o médio… E agora ele estava tocando a pele do meu peito. Eu estava paralisada de terror. Não tinha reação. Queria gritar mas a voz não saía. Só respirava fundo, o coração aos pulos e quando ele apertou forte o biquinho do meu peito por dentro da blusa, puxando e rodando, eu soltei um gemido tremido, que parecia mais de tesão que de medo. Ouvi o homem dar uma respirada forte no meu pescoço. Ele achava que eu estava gostando… Ouvi quando falou sussurrando: “Tesuda, deliciosa. Vagabunda…” Vagabunda, eu? Ele tava me xingando… Eu era casada, ele que tava me assediando…
A situação foi se agravando… O homem (não tinha visto a cara dele. Queria me voltar pra ver mas não tinha como me movimentar e também morria de vergonha de encarar aquele tarado que se aproveitava de mim) então começou a passar a mão na minha bunda, que antes tava encostada no corpo dele e eu tinha sentido um volume leve na minha bunda, mas estava tão apavorada com os toques no meu peito que não havia me dado conta que ele estava me encoxando. Mas senti quando a mão começou a passear na minha bunda, alisar o meu rego por cima do vestido e apertar minha bunda e enfiar os dedos pelo meu rego, descendo até mais embaixo. Ele apertou, alisou, beliscou me fazendo gemer e depois desceu a mão e começou a subir por dentro do vestido. Eu estava com as pernas suadas do calor e do pavor. Senti a mão dele entrando pelo meio das minhas nádegas e invadindo minha bunda que só meu marido conhecia. Ele levou os dedos no meio das minhas nádegas e foi apertando por cima da calcinha. Apertava no meu cuzinho e tirava. Ficava cutucando, dando várias dedadas seguidas que me provocavam uma sensação muito louca. Era como se eu fosse pular cada vez que sentia ele dar várias dedadas seguidas. E num momento que ele empurrou mais o dedo eu tranquei a bunda de pavor. Acabei prendendo os dedos dele na minha bunda e ele gostou! Ficou tentando empurrar de forma mais forte… Acho que eu estava dando outro sinal que queria os dedos dele ali. Me dei conta disso e soltei, mas assim que soltei ele foi direto procurar a lateral da minha calcinha e enfiou os dedos por dentro. Socorro! Ele estava com uma mão apalpando meu peito de todo jeito e com a outra dentro da minha calcinha com os dedos indo para meu cuzinho, e começou a dedar por dentro da calcinha. E eu? Se eu trancasse ele ia enfiar mais, se deixava solto ele ficava dando várias dedadas seguidas no meu rabinho, que piscava de susto. Senti quando os dedos desceram para baixo do meu cu, e escorregando entre minhas nádegas até chegar na minha bucetinha. Senti os dedos alisando minha buceta, que até aquele momento só conhecia os dedos de meu marido. Toda raspada, os dedos dele deslizavam até meu grelo e eu senti um choque de prazer… Me perguntei: Meu Deus! Estou gostando???? Eu não entendi direito o que sentia, mas tive certeza que estava gostando quando ele sussurrou no meu ouvido: “Ahhhh, putinha safada. Se fazendo de santa casada, mas o bucetão tá ensopado.” Nossa, eu tava melada! Não entendi nada, mas meu corpo estava gostando do abuso, do perigo, do medo…
Senti então o dedo dele invadir lentamente minha buceta ensopada. E ela engolia cheia de gula. Minha bucetinha parecia estar ansiosa por engolir o dedo daquele tarado.
Ele enfiou um dedo inteiro, senti a mão se apertar na minha bunda, e mexer lá dentro, conhecendo o espaço do meu corpo por dentro. Eu agora queria que o dedo entrasse mais fundo, muito mais, e abri um pouco as pernas, empinei a bunda e ele tirou e em seguida enfiou dois de uma vez. Socou e tirou… Empurrou fundo, eu me abria o quanto podia pra sentir bem fundo… Como eu queria agora a rola daquele estranho. Queria que ela fosse enorme e grossa e me rasgasse ali… Fechei os olhos e gemi, ao que ele respondeu socando gostoso e fundo os dedos. Comecei a sentir uma pressão na frente do meu vestido, na altura da buceta. Abri os olhos e vi a mão do homem sentado à minha frente. A namorada (ou mulher, não sei) dormia de boca aberta no ombro dele, mas o braço que passava por cima dela, além de aninhar o sono dela, permitia que a mão dele alcançasse minha bucetinha… Ele alisava por cima do vestido. Claro, ele estava vendo a mão do cara no meu peito, e por sinal, agora meu biquinho escapava da blusa, de tanto que o homem tirou o vestido do lugar…Meu cabelão protegia a visão lateral mas ele via de frente eu gemendo enquanto aquela mão alisava meu peito. E certamente percebeu o movimento atrás de mim. Não me opus, não fiz cara feia nem me afastei (nem podia), e ele pensou que era um sinal para ir em frente. Começou a alisar minha coxa abaixo do meu vestido e subir lentamente… Minha calcinha já estava presa na minha virilha, porque o tarado atrás de mim enfiava seus dedos na buceta que era pra ser somente do meu marido. Pensei no meu mariso vendo aquele homem invadindo meu corpo e isso multiplicou meu tesão. A mão que agora vinha da frente encontrou minha buceta completamente melada, por dentro e por fora, até as virilhas e as coxas estavam meladas. E foi direto apertar meu grelinho…. Alisava e apertava. Tentava beliscar mas não conseguia pelos meus sucos que faziam escorregar.
Ele olhava pra mim com cara de pervertido e tirou os dedos do meu grelo… Foi puxando meu vestido té minha buceta ficar descoberta e eu, já transformada numa puta de esquina, afastei meu corpo (o pouco que dava para desencostar do banco) e encostei de novo, fazendo o vestido prender no banco. Agora ele não precisava segurar. E começou a me fazer uma siririca deliciosa na buceta e encarar ela, raspadinha, vermelhinha, inchada, olhando pra ele. Senti um tesão inexplicável em me mostrar.
Atrás, as coisas evoluíam. Meu vestido também subia e ficava preso no corpo do tarado. Senti seus dedos saírem da minha buceta e achei que ele ia parar, agora o desespero era para não acabar… Mas senti novamente ele cutucar meu cuzinho. Os dedos melados agora entravam fácil no meu rabinho apertado. Minha buceta piscava com aquele dedo cutucando meu cuzinho. Lembrei novamente do meu marido, queria que ele estivesse olhando eu ser abusada pelo tarado. O meu cu pegava fogo. Senti o dedo invadir tudo e ele mexia o dedo dentro. Parecia que queria deixar mais largo. Eu mordia o dedo dele com o cu, porque sentia muito tesão. Senti quando ele tirou e também começou a empurrar dois dedos juntos. Aquilo abria minhas pregas e me dava sensação de estar com o cu arreganhado. Era muito excitante me sentir toda aberta. Ele mexia os dedos de todo jeito, parecia querer mesmo arreganhar meu rabinho apertadinho e virgem. Não entendi mas estava curtindo completamente aquilo, que despertou uma puta adormecida em mim. Ele tirou os dedos então e afastou um pouco de mim. Tirou a mão do meu peito, que ficou de fora do vestido, pra se apoiar no ferro e conseguir afastar um pouco. Senti ele se mexer bastante atrás de mim e pensei que ia gozar… Mas eu queria mais. Foi quando comecei a sentir aquela carne quente e dura encostar nas minhas nádegas.
Ele pôs o pau pra fora… Não pensei que ele fosse me comer. Ele tinha colocado o cacete pra fora e estava esfregando na minha bunda e se direcionando para o meu… cu! Ai, ele queria comer meu cu no ônibus? Meu coração saltou e eu sabia que eu desejava aquele cacete dentro de mim. Mas o susto foi tão grande que meu primeiro reflexo foi colocar a mão pra trás para proteger meu corpo. E então acabei tocando direto naquela rola dura e melada que eu segurei. hummmmmmm… Nunca tinha sentido um pau na mão tão grande. Senti o leite que saía da ponta e apalpei ele inteiro. Cheio de veias, a cabeça grande, tinha poucos pelos… Apalpei na base e senti o começo dos ovos… Apertei com gosto e soltei… Deixei apontado para meu cuzinho. E para ele bastou ir deixando o pau escorregar até que a cabeçona se aninhou no olho do meu cuzinho. Me segurei, empinei a bunda o máximo que podia e eu mesma fui me empurrando pra trás. O pau foi entrando fácil. Meu cu estava laceado de dedadas e totalmente ensopado do mel da minha bucetinha gulosa. Senti a cabeça passar e ele começou a bombar devagar. Foi empurrando cada vez mais. Senti o corpo dele colar em mim e o pau entalou no meu cu. Não sei até onde entrou, mas senti ele começar a bombar no meu rabinho guloso. Com o cara da frente apertando os lábios da minha buceta, abrindo, dedando meu grelo, empurrando o dedo com força, eu estava adoraaaaaaaando ser currada ali. As bombadas ficaram cada vez mais gostosas. Mais fundas, mais rápidas e eu esqueci que tava no ônibus. Sentia deliciada, com um peito saindo do vestido, com as pernas bem abertas e a bunda bem empinada aquela pirocona gostosa rasgando meu cu, esfolando inteiro. Gemia agora mais descarada. Eu realmente esqueci onde estava. Ouvia vez por outra: “Que puta..” “é casada, olha a aliança.” “Ele tá metendo no cu dela”, “Que vagabunda gostosa.”
No sufoco do ônibus, algumas pessoas conseguiam perceber tudo. Estava agora muito descarado, né? Eu arreganhada levando um caralho enorme no cu, gemendo safada e rebolando o pouco que podia, mas recebendo aquilo e pensando como seria bom o meu marido estar vendo um desconhecido me arrombar o cu. Eu queria gritar: Ai meu cu, ai meu cuzinho, arromba meu cu. Mas eu falava baixinho, gemia e falava baixinho: ai meu cuzinho…
E bem na hora que estávamos chegando no terminal, eu estava sentindo algo que nunca tinha sentido. O corpo todo estava eletrizado e estava arrepiada inteira e sentindo uma sensação deliciosa com o outro agora esfregando três dedos no meu grelo e abrindo minha buceta, às vezes dando dedadas leves, porque não podia esticar mais o braço.
Senti aquilo subindo e uma vontade de gritar…. Me dei conta que ia acontecer uma coisa, ia gozar.. Comecei a repetir: Vou gozar. Vou gozar.. E tanto ele intensificou o esfregar de dedos no meu grelo duro, ele esfregava com muita força, como atrás as bombadas aumentaram e até dava pra ouvir o barulho do pau invadindo meu cu.
O ônibus chegou no terminal, abriu as portas e as pessoas foram descendo, o ônibus ficando vago e eu falando em voz alta, quase gritando: Vou gozar! Vou gozar! Vou gozar…
E os dois falando: Goza, vagabunda. Goza puta. Goza. Goza…
Com espaço no ônibus eu me abria mais, e senti o pau no meu rabo inchar e começar a pulsar. Ele começou a jorrar porra no meu cu e eu gozei exatamente na mesma hora. Me senti eletrizada, arrepiada, um gozo delicioso, indescritível, e as pernas parecendo de papel. Gozei nas mãos do desconhecido e com o pau do homem de trás enterrado no meu cu, enchendo meu rabo de porra.
Foi de longe a melhor trepada da minha vida. Foi a primeira vez que gozei no pau de outro homem. Não via ninguém mais, mesmo as pessoas olhando – as últimas – enquanto saíam do ônibus. O homem atrás de mim tirou o pau já meia bomba do meu cu e eu finalmente olhei pra trás. Era um coroa grisalho, corpo forte, com jeito de policial aposentado. De cavanhaque. Eu daria tudo que ele quisesse quantas vezes ele quisesse. Quando ele foi saíndo, sorrindo, se arrumou e disse: “Tchau, safada. Que delícia de rabo que eu fodi.” E desceu do ônibus.
O rapaz da frente me olhando deliciado, o pau gigante dentro das calças… Disse sem jeito:
“Preciso acordar minha mulher pra descer…”
Eu me afastei, deixei o vestido descer, arrumei meu peito e fui me segurando nos ferros do ônibus. Desci com as pernas bambas, nem sei como consegui andar. Andei até o banco mais próximo e sentei. Queria dormir naquele banco, recuperar minhas forças.
Um monte de homens me olhava e eu achava que todos tinham me visto dar o cu dentro do ônibus lotado.

Espero que gostem do relato e comentem mais um dos Contos eróticos selecionados a dedo pra você. Sobre qual tema gostaria de ler um Conto Erótico aqui no site? Seja o autor você também! Envie o seu conto para nós e o divulgaremos com seu email e nome (se assim o desejar).

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6 Comentários

  1. Nossa que estória de tirar o fôlego.. imagina uma bela.. recatada dando assim p mim…

  2. Interessante adoro essas fantasias… mesmo que secretamente desejem isso… por isso adoro mulher comprometida…. fogosa….mesmo que tenha medo de admitir.. mais sabe que tem esses desejos e vontades..e se bem seduzidas com uma boa conversa… não conseguem disfarçar o tesão e a vontade de ser bem comida… nem eles de verem isso acontecer… whats (47) 99212 6411

  3. Adorei o seu conto! Da esse lindo cu pra mim gata! Quero chupar voce por duas horas antes de meter em sua linda buceta e no seu lindo cu 13992006594 me liga!

  4. Tem alguma mulher casada ai querendo fazer duas horas de 69. Querendo chupar pra dar o lindo cuzinho? Eu estou aqui!13992006594 me liga gatinhas gostosas!

  5. Eu quero fazer duas horas de eventos com uma gatinha casada e comer o cu e a buceta dela!13992006594 me liga gatinha do ônibus! quero chupar o seu lindo cuzinho antes de meter nele!

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